Para quem pensa que a Campus Party é só para os aficionados por games e geeks apaixonados por tecnologia, se engana. O evento reserva uma área só para aqueles que estão interessados em abrir ou que já são donos de seu próprio negócio. Uma das mesas dessa terça-feira foi sobre Open Innovation, e como as empresas podem usar esse novo modelo em seu favor.
Participaram da mesa o espanhol Tommaso Canonici, responsável pelos modelos de inovação aberta dentro da própria Campus Party; Virgílio Almeida, representante do Ministério Federal de Ciência e Tecnologia; Vinicius Lage, gerente de serviços do SEBRAE; Luís Cunha, representante do setor de tecnologia da prefeitura de Porto Alegre e Bruno Rondani, diretor-executivo do Centro de Open Innovation Brasil.
Durante as discussões, os palestrantes da mesa falaram sobre as vantagens da inovação aberta, entre elas, a ampliação do conhecimento além daquele compreendido pelos funcionários da empresa. E sem precisar novos funcionários para as áreas de pesquisa e desenvolvimento, os negócios passam a economizar a receita usada para a inovação.
Um dos casos apresentados foi o da prefeitura de Porto Alegre, que usou a rede de campuseiros de todo o mundo (a Campus Labs) para solucionar problemas de gestão pública de tecnologia. Como a exemplo do caso da prefeitura, outra vantagem do método da inovação aberta é que as organizações não precisam estar fisicamente próximas das soluções que são propostas nas plataformas online.
E a sua empresa? Já está preparada para se abrir para a inovação?



